Ele bebeu e bebeu e bebeu e bebeu e bebeu e bebeu...
E viu que ela
Dançou
Brincou
Cantou
Gritou!!
Olhou
Piscou
Sorriu
Viveu
Ciumento!
Briguento!
Violento?
Sangui( )no( )lento...
Peixeira pra fora
Buxo adentro
Quem sabe agora
Se acaba o tormento?
Fez o que podia e não podia.
Fez coisa certa e errada.
E então chorou...
Ela não quer mais
Pra ele, matar, jamais
Se alguma bala deve disparar
Será para, enfim, se safar
De um mundo já sem sentido
Sem solução e sem motivo
Sem a mulher que amava
Tirada do melhor amigo
Que nesta noite foi morto
Com facadas suas no umbigo
Por que continuar?
Pra quizila se resolver
A bala tem que entrar
Na cabeça do filho da puta
Que o espelho mostra sem cessar
Nessa noite...
o chão acabou mais fundo pra ele.
segunda-feira, 12 de março de 2007
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